domingo, 22 de março de 2009

Vigésimo

(ou "Cidade Nova, Paixões Idem")

Roberto e a família se mudaram de cidade no primeiro mês do ano. Dentro do avião, sentados um ao lado do outro, os integrantes da família relembravam, internamente, os momentos doces que tinham vivido na antiga morada. O pai, Edgar, ginecologista, pensava nas vaginas de cada jovem que consultava - principalmente na da menina Mariana, musa principal de seus delírios pós-consulta. A mãe, Carolina, tinha belas recordações da jovem Patrícia, o grande amor de sua vida, e do "relâmpago" Ferdinando, com quem ficou uma só vez - foi o único homem com quem ela teve um orgasmo. Já Roberto... Bem, esse teria muitas histórias a contar a seus descendentes sobre a fogosa Elizete, a primeira de muitas mulheres de sua vida.

Roberto fazia questão de filmar, com sua câmera de celular, cada momento dentro do avião. Inclusive e sorrateiramente, o decote de uma passageira que estava sentada no outro lado do corredor e as bundas das comissárias de bordo. Mas nenhuma delas despertava em Roberto o desejo que Elizete lhe impunha. Nem lhe fazia sonhar com uma noite de luxúria, como o fazia a inalcançável Marcela, filha de Elizete.

Chegada ao destino, a família começou a planejar o futuro. Eles se mudaram para um prédio ainda novo e, portanto, ainda não havia muitos vizinhos. Nem Roberto se interessou, ainda não tinha nenhuma vizinha "comível" como havia na cidade antiga. Mas a esperança era o novo colégio, onde ele cursaria o último ano do Ensino Médio.

No primeiro dia de aula, uma decepção: nenhuma das colegas de turma lhe despertava o interesse, nem professora alguma lhe dava tesão. O detalhe é que havia muitas belas garotas no colégio. Nenhuma delas, porém, chamou-lhe a atenção. Os dias passavam e a falta de interesse pelo sexo persistia, apesar de Roberto ter mergulhado de cabeça nos estudos, por ser este o último ano antes da faculdade. Ele ainda não decidiu que carreira seguir.

Ainda nos primeiros dias de aula, enquanto Roberto se acostumava com a nova vida e se enturmava com os novos colegas de turma, reparava que um colega ficava isolado dos demais. Diziam que ele era um "aluno em condições especiais", e ninguém queria se aproximar dele. Do rapaz, só se sabia o nome - Alípio Fernandes Barbosa Júnior - e que ele tinha 20 anos, sendo o mais velho da sua sala. No mais, Roberto também não demonstrou muito interesse - só queria saber dos seus estudos e de fazer um teste vocacional.

Um dia, saindo do colégio para voltar pra casa, parado no ponto de ônibus, Roberto notou de relance Alípio entrando no carro da família, ajudado a entrar no carro por alguém. Foi aí que Roberto viu algo que, enfim, despertou-lhe a libido: a pessoa que ajudava o colega a entrar no carro. Era uma mulher. E que mulher! Era pequenininha (cerca de 1,60 metro), tinha lá seus cerca de quarenta e cinco anos, mas estava com tudo em cima. Cabelos pretos, corpo bronzeado, coxas grossas, peitos fartos e uma bela bunda emolduravam aquele pequeno pedaço de perfeição. Quaisquer dúvidas que havia foram logo solucionadas quando Alípio a chamou de mãe...

Pronto! O furacão sexual que estava adormecido em Roberto novamente havia despertado. Tinha que conquistar aquela mulher de qualquer jeito. A aliança dourada no dedo anular da mão esquerda dela era apenas um detalhe irrelevante. Roberto tinha a certeza de que atingiria seu mais novo alvo, o primeiro desde que se mudou para a nova casa. E sabia o que deveria fazer para conseguir isso: aproximar-se de Alípio, o colega rejeitado pelos demais.

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Décimo-Nono

(ou "Márcia Maria")

Márcia Maria Corrêa Amorim sempre gostou de um pau bem duro. Quando vê um pênis ereto, de alguém bem novinho, logo ela tem vontade de levá-lo à boca. Quando o consegue, fecha os olhinhos e chupa com força, como se fosse um picolé, até engolir a última gota de sêmen do rapaz da vez. Memória da época em que era prostituta, embora o marido e pai de um de seus dois filhos sequer desconfie disso.

Márcia Maria perdeu a virgindade aos 11 anos, no ano de 1973. O rapaz tinha 24 anos e era o noivo da sua irmã mais velha, de 20, na véspera de seu casamento. Ele queria sexo forçado, mas ela consentiu, pois tinha uma paixão platônica pelo futuro cunhado. Enquanto o ato era consumado, ela fechou os olhos lacrimejantes e agradeceu, sorrindo, o atendimento de suas preces. Foi a única vez em que os cunhados tiveram um contato mais íntimo. A irmã de Márcia Maria, até hoje, não sabe da traição - a não ser que esteja lendo estas linhas. Neste ano, Valentina Maria Corrêa Borges e Ednardo de Sousa Borges farão 36 anos de casamento. O filho mais velho, José Clemente, 32 anos, é médico. A filha do meio, 26, Maria Rosa, é fisioterapeuta. A mais nova, Maria Ludmila, 21, vai se formar em Nutrição neste ano.

Um ano depois de perder a virgindade, Márcia Maria percebeu que poderia ganhar dinheiro facilmente. Chamava os jovens vizinhos para um canto e cobrava dois ou três cruzeiros pra levantar a saia e mostrar a bocetinha pra eles. Caso ele quisesse mais, cobrava um pouco mais pra mostrar os peitinhos ainda crescentes. E cobrava ainda mais pra que ele usufruísse de tudo aquilo. Foi a primeira garota de muitos meninos na época.

O tempo passou. Era o ano de 1980. Márcia Maria contava então dezoito anos (e dois abortos) e foi fazer faculdade numa cidade distante. Os custos eram altos, tanto no material quanto na manutenção da hospedagem. Resultado: ela decidiu continuar sua saga também na faculdade. Não importava se era aluno ou professor ou diretor: ela sempre estava à disposição. Assim, nessa labuta, ela conseguiu se formar em Arquivologia, quatro anos depois. Prestou concurso para o Arquivo Estadual e passou em terceiro lugar. Começou a trabalhar no ano seguinte.

Naquele ano de 1985, Márcia Maria conheceu aquele que seria o grande amor de sua vida. Ficou tão apaixonada ao conhecer Gualberto Amorim, cinco anos mais velho e colega no Arquivo Estadual, que nem ficou com vontade de fazer sexo com ele. Se bem que ela, aos 23 anos, preferia meninos pré-adolescentes, que não oferecessem risco algum naquela época tão conturbada, na sua concepção. Ganhava bem e nem precisava cobrar, ela fazia sexo por prazer. Ela gostava de sexo oral e anal. Se o menino xingasse e desse uns tapinhas, melhor ainda.

Mesmo com um comportamento tão liberal (ainda que oculto), Márcia Maria era tímida em relação a Gualberto. Demorou algum tempo para que ela se aproximasse um pouco mais, entre um cineminha e um chopinho. Em novembro de 1986, eles finalmente engrenaram um namoro. No Carnaval de 1987, eles tiveram sua primeira transa. Para surpresa dela, Gualberto era virgem, com quase 30 anos de idade! Mais um deflorado pra coleção - ou melhor, era o mais importante de todos eles.

Em março de 1989, eles se casaram. Na véspera do casamento, Márcia Maria lamentava o fato de Gualberto ser filho único, enquanto visitava a igreja - que estava vazia - em que a cerimônia seria realizada. Ela tinha então 27 anos. De repente, viu o padre sair do confessionário. Poucos segundos depois, viu um coroinha passar por ali. Ela chamou o garoto (que deveria ter uns 13 ou 14 anos) e o levou para dentro do confessionário. Tirou as roupas, mostrando seu belo corpo, e mandou o menino tirar as dele também. Daí pra frente, deu-se o puro pecado em território cristão: ela arfava baixinho, mandando fodê-la e xingá-la de piranha para baixo, e ele apenas obedecia. Era a mesma posição de quando ela própria perdeu a pureza com seu cunhado: de quatro, recebendo seguidas penetrações na vagina. Diferentemente de Ednardo, primeiro amor de Márcia Maria, o coroinha foi até o fim. Ato consumado, enquanto eles se vestiam, ela perguntou qual era o nome dele. Era Francisco.

O casamento se realizou e o primeiro filho nasceu exatos nove meses depois, numa tarde de dezembro. Gualberto fez questão que ele levasse seu nome - daí, Gualberto Amorim Filho foi assim batizado. Na verdade, Márcia Maria queria que seu primogênito levasse o nome do pai - o verdadeiro, não Gualberto. Toda vez que olhava o rosto do filho, lembrava do jovem coroinha que a comera na véspera do seu casamento. E lembra dele até hoje, mais de dezenove anos depois de seu nascimento. Mesmo sem se parecer com nenhum dos dois, Gualbertinho é um dos orgulhos da casa. Gualbertão pensa que ele se parece mais com um parente distante de Márcia Maria.

Quase três anos depois, em novembro de 1992, seu segundo filho estava para nascer. Márcia Maria pediu e Gualberto deixou que ela batizasse seu novo filho. Aí, sim, Francisco Corrêa Amorim veio ao mundo. Do pai - aí, sim, verdadeiro - Chiquinho herdou um tanto da ingenuidade que marcava Gualberto.

Depois que se casou, Márcia Maria Corrêa Amorim sossegou um pouco o facho - mas só um pouco. Toda vez que o marido dava mole, ela ia à luta. Sem cobrar nada, só por prazer. Mesmo arriscando-se a ser presa por corrupção de menores. Seu filho caçula está no segundo ano do Ensino Médio, e ela adorou o início das aulas. Assim, poderá reviver grandes momentos do ano passado, quando teve a oportunidade de levar, de carro, dois colegas de turma (ambos de 15 anos) do seu filho caçula de volta para casa, depois de trabalhos de grupo. Parou o carro num lugar deserto e tirou a roupa. Ficou de quatro no banco traseiro, sendo comida por um enquanto chupava o pau do outro. Deixou um gozar e mamou o sêmen do outro até o fim. Depois, o que metia deu-lhe uns bons tapas na bunda, enquanto o outro dava-lhe cuspes e tapas na cara, enquanto puxava-lhe o cabelo. Só aí, ela teve seu orgasmo. Ela sempre gostou de se sentir violentada sexualmente.

Márcia Maria sabia que o que fazia não era correto. Mas e daí? Era da sua natureza.

quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Décimo-Oitavo

(ou "Ferdinando e Carol")

Como sabem, Carolina Bezerra Palmares, 40 anos, casada há 19, mãe de Roberto (jovem de 16 anos), começou há mais de um ano um caso tórrido e sincero de amor com a menina Patrícia, da mesma idade de seu filho (colega de turma dele, aliás). Ocasionalmente, elas se encontravam em locais diversos para se esconder e fazer amor. Quando os pais de Pat viajavam e a deixavam sozinha em casa para estudar, ela recebia Carol em seu ninho de amor, um quarto de paredes cor-de-rosa. A jovem morava num prédio alto e, sentindo-se seguras, elas faziam amor com as janelas abertas...

Ferdinando tinha a mesma idade de Pat e do filho de Carol, embora fosse alguns meses mais jovem que ambos, colegas de turma no 2º ano do Ensino Médio. Era inteligente, meio nerd, mas feio pra danar. Pior, era ruim de lábia. Resultado: era virgem de tudo, até de beijo. E ele não se conformava com isso, embora não deixasse transparecer. Ele morava no mesmo bairro de Patrícia, algumas ruas distante, e havia ido à casa dela algumas vezes. Às vezes, sorrateiramente, ele ia ao terraço do seu prédio para ver a colega trocando de roupa no quarto dela. Ferdinando desconfiava que a colega gostava de meninas, mas nunca perguntou nada. Achava a mãe de Roberto gostosa - Carolina era a sua grande musa de banheiro, e o grande troféu de Ferdinando era uma calcinha preta que ele furtou do banheiro da casa de Carol. Por vezes, Ferdinando se masturbava usando essa calcinha.

Certa vez, olhando da janela de seu apartamento, Ferdinando viu sua musa Carolina entrando no prédio em que Patrícia morava. Ele estranhou e subiu ao terraço de seu prédio. Mais uma vez, a janela do quarto de Patrícia estava aberta. Então, Ferdinando presenciou o que jamais imaginaria ver até aquele dia: a sua colega de turma e a mãe gostosa de outro colega tirando as roupas, se beijando e se abraçando, nuas, na cama. Carol fez o que mais gostava de fazer quando estava com Pat: mamou os fartos seios da jovem, enquanto esta lhe acariciava os cabelos. Em seguida, Pat fez o que mais gostava de fazer quando estava com Carol: deu-lhe várias tapas no bumbum, enquanto ela estava de quatro. Do alto do seu prédio, Fernandinho delirava. Havia gozado alguns minutos atrás, mas mesmo assim continuou assistindo à pegação entre as duas. Quando terminaram, elas se beijaram apaixonadamente e, logo depois, se vestiram.

Naquela noite, Fernandinho mal dormiu, sonhando acordado com aquele instante. Porém, o melhor (para ele) estava por vir. Na tarde do dia seguinte, viu da sua janela, novamente, Carolina adentrar o prédio de Patrícia. De repente, teve um estalo: pegou uma câmera digital e correu ao alto do seu prédio.

Lá em cima, ligou a câmera e começou a registrar uma cena ao mesmo tempo excitante e assustadora: Carolina estava nua, de quatro na cama, com a calcinha amordaçando-lhe a boca e o sutiã no pescoço, como se fosse uma coleira. De pé, Patrícia usava um conjunto preto de corpete, par de meias e cinta-liga, sem calcinha. A jovem subiu na cama, ficando atrás de Carolina, e começou a apertar a "coleira" no pescoço. Quanto mais Pat apertava, mais Carol parecia ficar excitada com a falta de ar.

Depois, Pat pegou, embaixo de duas almofadas vermelhas em formato de coração, o que pareciam ser dois longos e grossos cilindros de metal, de formato fálico. Enfiou o primeiro na vagina de Carol, que parecia urrar de dor. Não satisfeita, Pat enfiou o segundo no ânus da namorada, empurrando com os pés, que calçavam botas de couro. Nunca Carolina parecia sentir tanta dor e prazer sexual ao mesmo tempo. Parecendo desmaiar, Carol encostou o peito na cama, empinando a bunda. Pat tirou os cilindros: o anal, sujo de sangue, ela botou na janela; o vaginal, ela botou na boca e passou nela com os olhinhos fechados, como se fizesse sexo oral. Na verdade, Patrícia estava sentindo o sabor de Carol - o cilindro estava molhado. Depois, usou o cilindro para dar violentas palmadas no bumbum de Carol, que se excitava - quando com Pat, Carolina gostava de sentir dor ao fazer amor. Do terraço do seu prédio, ao registrar as cenas, Ferdinando ouvia os gritos de Carol, mesmo amordaçada.

Ao terminar a sessão, com Carol ainda de bruços, Pat puxou a coleira improvisada. Ao levantar a cabeça de Carolina, Patrícia deu-lhe um violento tapa no rosto de modo a deitá-la de costas na cama. Patrícia ajoelhou-se sobre a cabeça de Carol, desamordaçou-a e urinou em seu rosto. Enquanto isso, Carol apalpava as nádegas da amante. Era o final de uma tarde perfeita... para elas e para ele, que gravou tudo.

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Certo dia, pouco antes do Natal, Carolina recebeu no escritório em que trabalhava um pequeno pacote redondo. No destinatário, havia o nome dela e o recado: "Veja sozinha". Dentro, havia um DVD. Curiosa, trancou a porta e colocou o disco no computador. Eram as imagens daquela tarde de desejo. Foram filmadas meio de longe, é verdade, mas dava para reconhecer as duas na tela. Enquanto via as imagens, Carol sorria e murmurava o quanto ela amava Patrícia. Lágrimas corriam pelo seu rosto - afinal, ela se mudaria com a família para outro estado dentro de menos de um mês e não sabia quando teria aqueles momentos com a jovem novamente. Não sabia sequer se reviveria tais momentos. Carolina tinha a consciência de que Patrícia era a mulher da sua vida, mesmo sendo tão jovem. Só não tinha fugido com ela porque era ainda menor de idade. Não fosse pelo filho, colega de escola da jovem, certamente Carol jamais a teria conhecido.

Olhou para a embalagem e viu que havia um bilhete, onde estava escrito: "Eu sei que vocês vão viajar para onde vão se mudar, entre o Natal e o Ano Novo. Você não vai. Inventa uma desculpa, fala que tá doente, mas não vai. Fiz dez cópias desse vídeo, que estão em lugar seguro, e vou colocar na Internet se você não me obedecer. Você não vai querer que todo mundo saiba que você tem um caso com uma menor de idade, vai? Você me conhece, eu te conheço, eu sei onde você mora. Me espere no dia 27, às 15 horas". Sem assinatura, o bilhete se tornou motivo de pânico para Carolina, que não teve outra alternativa senão obedecer.

No dia 27, um sábado, pontualmente às três da tarde, a campainha do apartamento dos Palmares tocou. Carolina, que estava sozinha, atendeu. Para sua surpresa, era Ferdinando, o amigo nerd e feioso de Roberto, com uma das cópias do DVD. Carolina, ainda sem acreditar no que via, perguntou como Ferdinando conseguira aquelas imagens. Ele explicou tudo, nos mínimos detalhes. Ela pegou um talão de cheques e lhe perguntou quanto ele queria para que não a denunciasse. Ferdinando, prontamente, respondeu:

- Nada. Só quero te comer.

Descrente, Carol perguntou de novo. Ferdinando não respondeu, apenas deu-lhe um beijo de língua na boca da mãe do colega. Era o primeiro beijo do rapaz, uma sensação inesquecível. Carolina reagiu, empurrando-o e dizendo que jamais daria para um cara feio como ele. Prontamente, Ferdinando deu-lhe um tapa tão forte que a fez desmaiar...

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Quando acordou, alguns minutos depois, Carol estava em cima de sua cama, nua, de joelhos, com a cabeça encostada no colchão, com a calcinha lhe amordaçando e as mãos nas costas, amarradas pelo sutiã. Atrás, Ferdinando brincava com os dedos, acariciando-lhe a vagina e a região anal.

Assim que ela acordou, Ferdinando disse que havia acabado de fazer as preliminares. Logo, era chegada a hora da ação. Ele enfiou o pau com vigor na vagina, permanecendo assim por alguns minutos. Depois, foi a vez de fazer sexo anal. Em seguida, ele a virou e voltou a fazer sexo da forma mais comum, vendo os peitões dela balançarem. Enquanto prosseguia naquele louco vaivém, Ferdinando xingava Carolina usando os mais baixos e cabeludos palavrões possíveis, entre uma cusparada e outra no rosto.

De repente, com a dor que ela sentia, Carol começou a sentir algo que nunca tinha sentido antes. Com o único homem com quem tinha feito sexo - o próprio marido -, Carolina nunca tinha sentido qualquer orgasmo, apenas com mulheres. De repente, sentiu a mesma sensação de quando teve seu primeiro ápice sexual, aos 12 anos, ao seviciar sua primeira namorada, Lavínia. Ou quando, usando um pênis de borracha de 20 centímetros, estuprou a babá de 13 anos de seu filho Roberto, que ainda era bebê na época. O sangue impresso no pênis de borracha a excita até hoje. Isso sem falar nas tardes de sexo com Patrícia. Mas voltemos ao instante de Ferdinando. Aquela sensação de dor no prazer fez os bicos dos seios de Carol se enrijecerem. Assim que Ferdinando ejaculou, Carol gozou junto. Era a primeira vez que ela sentia orgasmo com um homem. Mas Ferdinando, que não conhecia os instintos femininos, não gostou...

- Puta merda! Tu molhou meu pau todo, sua vaca! Vai se foder, sua piranha!!! Só de sacanagem, vou botar essa porra toda na Internet!!!

E deu-lhe um soco no rosto, que a fez desmaiar. Carolina só acordou duas horas depois, ainda nua, amordaçada e amarrada. O telefone tocava. A algum custo, Carol conseguiu tirar uma das mãos das amarras. Tirou a calcinha que a amordaçava e foi ao telefone. Atendeu. Era Patrícia, chorando. Ligou para avisar que Ferdinando tinha morrido atropelado, em frente ao prédio em que ele morava. Penalizada, Carolina disse que avisaria a Roberto sobre o ocorrido.

O velório foi no dia seguinte. Estavam todos os colegas de escola por lá, e alguns de seus parentes. Entre eles, estava Carolina, para homenagear o único homem que havia lhe causado um orgasmo. Feioso, esquisito e violento, mas o único. O marido e o filho dela voltaram às pressas da viagem para o enterro. Mas Carol não estava lá. Nem Patrícia. Enquanto o cortejo fúnebre ia pelo cemitério, elas se consolavam num confessionário vazio.

sábado, 6 de dezembro de 2008

Décimo-Sétimo

(ou "Mariana")

Há cerca de uma semana, a menina Mariana, doze anos, parece caminhar nas nuvens. Percebeu, pela primeira vez na vida, que alguém gosta dela. Nessa fase de descobertas típicas da pré-adolescência, não poderia haver sensação melhor para uma menina do que ser amada inesperadamente. Mas ainda não contou a ninguém, mesmo porque não quer que ninguém saiba quem é seu admirador.

Numa noite de sábado, 29 de novembro, sua irmã Marcela finalmente chegava à maioridade. Seus 18 anos, evidentemente, foram comemorados com uma festa. Seus melhores amigos foram convidados, como colegas de faculdade; vizinhos como o jovem Roberto, amante da mãe dela e então paixão platônica de Mariana e... Ricardo, 17 anos, namorado de Marcela há cinco. Namorado, por enquanto: seu presente para a aniversariante era uma grande surpresa, que poderia mudar a vida do casal para sempre.

Lá pelas tantas, o presente foi dado: era um anel de noivado! Ricardo estava pedindo Marcela em casamento!!! Evidentemente, foi o momento de maior felicidade que Marcela poderia ter naquele instante. Talvez o maior da vida! Claro que ela aceitou... Um pedido de casamento no dia do seu 18º aniversário é tudo com que uma mulher sonha. Um pedido desses de alguém que ela sempre amou na vida, desde que o conheceu, então, é o paraíso. Os convidados exultaram, a família ficou feliz, foi um dia inesquecível.

Alguns minutos depois, Ricardo foi ao banheiro. Não sabia se, ao casar, iria deixar de lado os encontros amorosos com as pré-adolescentes que costuma desvirginar. Ao mesmo tempo, notou que um certo alguém despertava seu interesse. Quando ele conheceu esse alguém, ela tinha apenas sete anos de idade. Ela cresceu e começou a atingir a puberdade, no que foi amplamente acompanhada por Ricardo. De repente, viu-a passando pelo corredor, e a chamou.

- Mariana, vem cá. Entra aqui, um instantinho...

Mariana entrou no banheiro e Ricardo fechou a porta. Ele lhe perguntou, já que Marcela insiste em manter a virgindade até o casamento, como era ela... nua. Mariana estranhou a pergunta, mas disse que a irmã era bem bonita, e que valeria a pena esperar. Ricardo respondeu lamentando que não pudesse ao menos tocá-la. Pura chorumela, já que os interesses do noivo da irmã eram bem outros...

Não se sabe se por ingenuidade ou comoção, Mariana foi caindo na conversa do cunhado. Ricardo, extasiado com os seios pubescentes da menina, pediu licença para tocá-los. Meio vermelha - e encantada, pois era a primeira vez que alguém demonstrava interesse nela; seu amor platônico, o vizinho Roberto, nunca lhe deu bola -, Mariana autorizou. Rapidamente, Ricardo levantou a blusa de Mariana com a mão esquerda e tocou os seios da cunhada com a direita, a da aliança recém-colocada. Depois abaixou a calça e, em seguida, a calcinha da menina. Ao vê-la toda envergonhadinha, Ricardo sussurrou:

- Você é linda...

E a beijou. Naquele momento, o do primeiro beijo, Mariana foi às nuvens. Não queria que este momento não terminasse nunca, nunca mais - mesmo que às custas da irmã mais velha. Ela se entregou de vez aos caprichos do cunhado, o primeiro a ceder a seus encantos. Os dois se abraçaram e se beijaram fortemente. Só não foi adiante porque os dois ouviram a voz de Marcela a chamá-lo pelo corredor, procurando-o. Roberto interrompeu, viu Mariana encostada na parede do banheiro, suada, com a blusa levantada, a calcinha arriada e os seios e a vagina à mostra. Acariciou novamente o rosto e os seios da cunhada, prometendo continuar outro dia. Os dois se beijaram docemente e ela se vestiu.

Ela se escondeu de vez no banheiro, enquanto ele saía para atender a noiva. Fechou a porta, trancou a chave e pensou nesse momento inesquecível. Abaixou as calças e sentou-se no vaso. Ficou assim uns cinco minutos.

Quando a festa terminou, Mariana continuava pensando no assédio do cunhado. A vida da irmã, seis anos mais velha, ficou em segundo plano. Poderia ficar revoltada com a situação, mas ficou feliz - afinal, era a primeira vez que alguém a elogiava... E olha que esse alguém acabara de se tornar noivo da mais linda pessoa que conhecia, sua irmã. Comprovou isso quando a viu entrar no banheiro para tomar banho. Enquanto entrava, Marcela tirou o sutiã, de costas para Mariana, que estava do lado de fora. Para a caçula, era uma bela visão a da irmã mais velha, de costas, somente de calcinha: os cabelos pretos e encaracolados, as costas nuas e as nádegas fartas são uma festa para os olhos de qualquer um. E é ela, Mariana, que atrai a atenção do noivo daquela criatura, e que pode perder a virgindade antes dela! Ao concluir isso, Mariana sorriu e foi para o seu quarto dormir.

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Décimo-Sexto

(ou "Nove Meses de Atraso. Ou Três de Antecedência?")

É o aniversário do professor Marcelo Almeida, estimado marido de Elizete e bom pai das jovens Marcela e Mariana. Por ser um professor querido por seus alunos, logo houve comemorações nas salas em que deu aula neste dia. As alunas suspiravam pelo simpático mestre, algumas delas não raro sonhando mais alto. Uma delas, Gláucia, quinze anos, aluna do primeiro ano do Ensino Médio, encontrou-se com ele no elevador do colégio. Os dois estavam sozinhos, e o elevador não tinha câmera. Gláucia era bonitinha, dona de um rosto suave, tinha um jeito meigo mas também fama de desinibida. Na matéria de Marcelo, tirava notas boas, mas queria algo mais.

Raramente o elevador era utilizado na escola. Mas, naquele instante, Marcelo o pegou, pois tinha um pouco de pressa. Gláucia viu e rapidamente o acompanhou. Os dois, sozinhos, ali dentro... Isso tudo era um prato cheio para a jovem. Ela apertou o botão que paralisava o elevador, no meio do caminho. Diante de um espantado Marcelo, cantou um sensual Happy Birthday to You e levantou a blusa do uniforme. Em seguida, levantou o sutiã, mostrando os fartos seios. Gláucia pegou as mãos do professor e levou-as às próprias mamas, apertando-as. Marcelo estava espantado e, ao mesmo tempo, extasiado. Afinal, não pegava em peitos tão lindos desde... Bem, ele nunca tinha feito isso na vida. Com a esposa - a única mulher de sua existência - ele era tão respeitador que nunca se permitiu fazer isso. Nem precisa dizer que, com o ineditismo da situação, o pau endureceu e... Gláucia se decepcionou com o tamanho da reação. Proferiu um esnobe "Só isso?!", tirou as mãos deles dos seus peitos, se vestiu, apertou novamente o botão e ficou de cara emburrada até o final da viagem.

Enquanto isso, em sua casa, sua amada esposa Elizete, mais uma vez, recebe o jovem vizinho e amante Roberto, dezesseis anos, em sua cama. O rapaz sabia que aquele era o dia do aniversário do "titular", cada dia, cada transa, mais relegado à reserva. Dentro de alguns meses, Roberto e a família iriam se mudar para outra cidade, por causa de uma irrecusável proposta dada ao pai dele, ginecologista. Portanto, esse seria um dos últimos momentos de romance entre os dois. Aproveitando que este era o dia do aniversário do marido de Elizete, Roberto decidiu dar-lhe um presentinho. Só que ele teria que esperar nove meses para recebê-lo. Ou seria com três de antecedência para o próximo? Não importava.

Naquela manhã, os preparativos para o grande dia se sucediam. Enquanto Elizete arrumava as compras, Roberto estava no quarto de Marcela, a filha mais velha, que completaria dezoito anos dali a alguns dias. Foi ao armário, abriu uma gaveta, pegou uma calcinha e a cheirou fortemente, para se inspirar. Perguntou-se o que ela estava esperando pra perder o cabaço, já que ela teima em querer se casar virgem. Pensou nos peitos fartos de Marcela, na bunda gostosa de Marcela, no corpo naturalmente sensual da primogênita da namorada. O pau endureceu na hora. Assim que sentiu que Elizete terminou os afazeres na cozinha, ele guardou a calcinha da "enteada" de volta.

Na cama do casal (o grande palco da paixão e do desejo entre os dois desde o início do caso, há um ano e nove meses), os dois se prepararam para a melhor transa possível. Roberto tirou a calcinha de Elizete e a usou para amordaçá-la. Depois, tirou o sutiã dela e decidiu usá-lo como coleira. Botou-a de quatro e mandou ver, sem camisinha. Como que a cavalgasse, puxou a "coleira", apertando o pescoço de Elizete até gozar. Consumado o ato, os dois tiveram a consciência da melhor relação sexual de suas vidas. Ele, por ter a certeza da realização do desejo de, enfim, engravidá-la. Ela, por ter a certeza de que uma transa dolorida tem muito mais sabor.