(ou "Ferdinando e Carol")
Como sabem, Carolina Bezerra Palmares, 40 anos, casada há 19, mãe de Roberto (jovem de 16 anos), começou há mais de um ano um caso tórrido e sincero de amor com a menina Patrícia, da mesma idade de seu filho (colega de turma dele, aliás). Ocasionalmente, elas se encontravam em locais diversos para se esconder e fazer amor. Quando os pais de Pat viajavam e a deixavam sozinha em casa para estudar, ela recebia Carol em seu ninho de amor, um quarto de paredes cor-de-rosa. A jovem morava num prédio alto e, sentindo-se seguras, elas faziam amor com as janelas abertas...
Ferdinando tinha a mesma idade de Pat e do filho de Carol, embora fosse alguns meses mais jovem que ambos, colegas de turma no 2º ano do Ensino Médio. Era inteligente, meio nerd, mas feio pra danar. Pior, era ruim de lábia. Resultado: era virgem de tudo, até de beijo. E ele não se conformava com isso, embora não deixasse transparecer. Ele morava no mesmo bairro de Patrícia, algumas ruas distante, e havia ido à casa dela algumas vezes. Às vezes, sorrateiramente, ele ia ao terraço do seu prédio para ver a colega trocando de roupa no quarto dela. Ferdinando desconfiava que a colega gostava de meninas, mas nunca perguntou nada. Achava a mãe de Roberto gostosa - Carolina era a sua grande musa de banheiro, e o grande troféu de Ferdinando era uma calcinha preta que ele furtou do banheiro da casa de Carol. Por vezes, Ferdinando se masturbava usando essa calcinha.
Certa vez, olhando da janela de seu apartamento, Ferdinando viu sua musa Carolina entrando no prédio em que Patrícia morava. Ele estranhou e subiu ao terraço de seu prédio. Mais uma vez, a janela do quarto de Patrícia estava aberta. Então, Ferdinando presenciou o que jamais imaginaria ver até aquele dia: a sua colega de turma e a mãe gostosa de outro colega tirando as roupas, se beijando e se abraçando, nuas, na cama. Carol fez o que mais gostava de fazer quando estava com Pat: mamou os fartos seios da jovem, enquanto esta lhe acariciava os cabelos. Em seguida, Pat fez o que mais gostava de fazer quando estava com Carol: deu-lhe várias tapas no bumbum, enquanto ela estava de quatro. Do alto do seu prédio, Fernandinho delirava. Havia gozado alguns minutos atrás, mas mesmo assim continuou assistindo à pegação entre as duas. Quando terminaram, elas se beijaram apaixonadamente e, logo depois, se vestiram.
Naquela noite, Fernandinho mal dormiu, sonhando acordado com aquele instante. Porém, o melhor (para ele) estava por vir. Na tarde do dia seguinte, viu da sua janela, novamente, Carolina adentrar o prédio de Patrícia. De repente, teve um estalo: pegou uma câmera digital e correu ao alto do seu prédio.
Lá em cima, ligou a câmera e começou a registrar uma cena ao mesmo tempo excitante e assustadora: Carolina estava nua, de quatro na cama, com a calcinha amordaçando-lhe a boca e o sutiã no pescoço, como se fosse uma coleira. De pé, Patrícia usava um conjunto preto de corpete, par de meias e cinta-liga, sem calcinha. A jovem subiu na cama, ficando atrás de Carolina, e começou a apertar a "coleira" no pescoço. Quanto mais Pat apertava, mais Carol parecia ficar excitada com a falta de ar.
Depois, Pat pegou, embaixo de duas almofadas vermelhas em formato de coração, o que pareciam ser dois longos e grossos cilindros de metal, de formato fálico. Enfiou o primeiro na vagina de Carol, que parecia urrar de dor. Não satisfeita, Pat enfiou o segundo no ânus da namorada, empurrando com os pés, que calçavam botas de couro. Nunca Carolina parecia sentir tanta dor e prazer sexual ao mesmo tempo. Parecendo desmaiar, Carol encostou o peito na cama, empinando a bunda. Pat tirou os cilindros: o anal, sujo de sangue, ela botou na janela; o vaginal, ela botou na boca e passou nela com os olhinhos fechados, como se fizesse sexo oral. Na verdade, Patrícia estava sentindo o sabor de Carol - o cilindro estava molhado. Depois, usou o cilindro para dar violentas palmadas no bumbum de Carol, que se excitava - quando com Pat, Carolina gostava de sentir dor ao fazer amor. Do terraço do seu prédio, ao registrar as cenas, Ferdinando ouvia os gritos de Carol, mesmo amordaçada.
Ao terminar a sessão, com Carol ainda de bruços, Pat puxou a coleira improvisada. Ao levantar a cabeça de Carolina, Patrícia deu-lhe um violento tapa no rosto de modo a deitá-la de costas na cama. Patrícia ajoelhou-se sobre a cabeça de Carol, desamordaçou-a e urinou em seu rosto. Enquanto isso, Carol apalpava as nádegas da amante. Era o final de uma tarde perfeita... para elas e para ele, que gravou tudo.
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Certo dia, pouco antes do Natal, Carolina recebeu no escritório em que trabalhava um pequeno pacote redondo. No destinatário, havia o nome dela e o recado: "Veja sozinha". Dentro, havia um DVD. Curiosa, trancou a porta e colocou o disco no computador. Eram as imagens daquela tarde de desejo. Foram filmadas meio de longe, é verdade, mas dava para reconhecer as duas na tela. Enquanto via as imagens, Carol sorria e murmurava o quanto ela amava Patrícia. Lágrimas corriam pelo seu rosto - afinal, ela se mudaria com a família para outro estado dentro de menos de um mês e não sabia quando teria aqueles momentos com a jovem novamente. Não sabia sequer se reviveria tais momentos. Carolina tinha a consciência de que Patrícia era a mulher da sua vida, mesmo sendo tão jovem. Só não tinha fugido com ela porque era ainda menor de idade. Não fosse pelo filho, colega de escola da jovem, certamente Carol jamais a teria conhecido.
Olhou para a embalagem e viu que havia um bilhete, onde estava escrito: "Eu sei que vocês vão viajar para onde vão se mudar, entre o Natal e o Ano Novo. Você não vai. Inventa uma desculpa, fala que tá doente, mas não vai. Fiz dez cópias desse vídeo, que estão em lugar seguro, e vou colocar na Internet se você não me obedecer. Você não vai querer que todo mundo saiba que você tem um caso com uma menor de idade, vai? Você me conhece, eu te conheço, eu sei onde você mora. Me espere no dia 27, às 15 horas". Sem assinatura, o bilhete se tornou motivo de pânico para Carolina, que não teve outra alternativa senão obedecer.
No dia 27, um sábado, pontualmente às três da tarde, a campainha do apartamento dos Palmares tocou. Carolina, que estava sozinha, atendeu. Para sua surpresa, era Ferdinando, o amigo nerd e feioso de Roberto, com uma das cópias do DVD. Carolina, ainda sem acreditar no que via, perguntou como Ferdinando conseguira aquelas imagens. Ele explicou tudo, nos mínimos detalhes. Ela pegou um talão de cheques e lhe perguntou quanto ele queria para que não a denunciasse. Ferdinando, prontamente, respondeu:
- Nada. Só quero te comer.
Descrente, Carol perguntou de novo. Ferdinando não respondeu, apenas deu-lhe um beijo de língua na boca da mãe do colega. Era o primeiro beijo do rapaz, uma sensação inesquecível. Carolina reagiu, empurrando-o e dizendo que jamais daria para um cara feio como ele. Prontamente, Ferdinando deu-lhe um tapa tão forte que a fez desmaiar...
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Quando acordou, alguns minutos depois, Carol estava em cima de sua cama, nua, de joelhos, com a cabeça encostada no colchão, com a calcinha lhe amordaçando e as mãos nas costas, amarradas pelo sutiã. Atrás, Ferdinando brincava com os dedos, acariciando-lhe a vagina e a região anal.
Assim que ela acordou, Ferdinando disse que havia acabado de fazer as preliminares. Logo, era chegada a hora da ação. Ele enfiou o pau com vigor na vagina, permanecendo assim por alguns minutos. Depois, foi a vez de fazer sexo anal. Em seguida, ele a virou e voltou a fazer sexo da forma mais comum, vendo os peitões dela balançarem. Enquanto prosseguia naquele louco vaivém, Ferdinando xingava Carolina usando os mais baixos e cabeludos palavrões possíveis, entre uma cusparada e outra no rosto.
De repente, com a dor que ela sentia, Carol começou a sentir algo que nunca tinha sentido antes. Com o único homem com quem tinha feito sexo - o próprio marido -, Carolina nunca tinha sentido qualquer orgasmo, apenas com mulheres. De repente, sentiu a mesma sensação de quando teve seu primeiro ápice sexual, aos 12 anos, ao seviciar sua primeira namorada, Lavínia. Ou quando, usando um pênis de borracha de 20 centímetros, estuprou a babá de 13 anos de seu filho Roberto, que ainda era bebê na época. O sangue impresso no pênis de borracha a excita até hoje. Isso sem falar nas tardes de sexo com Patrícia. Mas voltemos ao instante de Ferdinando. Aquela sensação de dor no prazer fez os bicos dos seios de Carol se enrijecerem. Assim que Ferdinando ejaculou, Carol gozou junto. Era a primeira vez que ela sentia orgasmo com um homem. Mas Ferdinando, que não conhecia os instintos femininos, não gostou...
- Puta merda! Tu molhou meu pau todo, sua vaca! Vai se foder, sua piranha!!! Só de sacanagem, vou botar essa porra toda na Internet!!!
E deu-lhe um soco no rosto, que a fez desmaiar. Carolina só acordou duas horas depois, ainda nua, amordaçada e amarrada. O telefone tocava. A algum custo, Carol conseguiu tirar uma das mãos das amarras. Tirou a calcinha que a amordaçava e foi ao telefone. Atendeu. Era Patrícia, chorando. Ligou para avisar que Ferdinando tinha morrido atropelado, em frente ao prédio em que ele morava. Penalizada, Carolina disse que avisaria a Roberto sobre o ocorrido.
O velório foi no dia seguinte. Estavam todos os colegas de escola por lá, e alguns de seus parentes. Entre eles, estava Carolina, para homenagear o único homem que havia lhe causado um orgasmo. Feioso, esquisito e violento, mas o único. O marido e o filho dela voltaram às pressas da viagem para o enterro. Mas Carol não estava lá. Nem Patrícia. Enquanto o cortejo fúnebre ia pelo cemitério, elas se consolavam num confessionário vazio.